Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) Em Crianças E Adolescentes 1

Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) Em Crianças E Adolescentes

O transtorno obsessivo compulsivo (TOC) é um transtorno de ansiedade em que a criancinha ou jovem retrata, geralmente, obsessões e bem como compulsões, apesar de às vezes tem apenas obsessões ou apenas compulsões. No mínimo alguma vez que a menina reconhece que as obsessões ou compulsões são excessivas ou absurdas.

As obsessões são determinadas como idéias, impulsos ou imagens mentais recorrentes que a menina tem, sem pretender (não podes evitar, apesar de não desejar) e que lhe causam muita angústia ou distress. Não se trata de claro preocupações sobre problemas da existência diária. O pirralho tenta ignorá-las ou suprimi-las e, geralmente, reconhece que são item de sua mente e não são reais. As compulsões são acordadas como comportamentos repetitivos (lavar as mãos, ordenar coisas, certificar-se de coisas) ou atos mentais (descrever, reforçar frases, rezar) para que a menina se sente impelido a fazer em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras aplicadas rigidamente.

  • Primeira aparição: Live and Learn
  • Lenda de Prata (2016)
  • , Em nenhum caso, há indispensabilidade de tomar produtos para perder peso. Fora “potingues”
  • Chá azul: É murchado, macerado, fermentado, secagem e classificado

Esses comportamentos repetitivos têm por objectivo precaver ou suprimir a ansiedade ou evitar que aconteça algo insatisfatório, todavia não têm conexão com a ação que tentam evitar ou são certamente excessivos. Como se expõe o TOC em garotas? Mais de 85% das crianças que sofrem de TOC têm compulsões de lavagem, e devem passar tantas horas por dia lavando as mãos ou outra parcela do organismo). Às vezes até se tornam feridas por em tão alto grau lavar.

51% têm compulsões de repetir ações, e passam horas por dia vestindo de forma “correta”, ou revendo os deveres e convertendo-os uma e mais uma vez, como se eles cometem um erro (não toleram eliminar um defeito ou tacharlo). Certa obsesividad e compulsividad são normais em crianças pequenas, entre 2 a dez anos, e os jovens.

Deve diferenciar-se esta obsesividad ou rigidez normal para a idade do PACIENTE. O transtorno obsessivo compulsivo (TOC) afecta em torno de um em cada duzentos adolescentes e, em diversos casos, tem um impacto importante sobre o teu funcionamento acadêmico, social ou familiar. Não obstante, poucas garotas são diagnosticadosy ainda menosson tratados acertadamente.

O TOC é um dos grandes inexplorados entre os transtornos de tristeza em crianças. Muitas moças sofrem em silêncio, até que seus pais se dão conta, no entanto algumas vezes elas pedem auxílio, convertendo-se um problema segredo, do que não se fala ou se faz com vergonha.

Outras vezes se confunde com “manias” ou costumes da menina, ou alguém limpa ou muito organizada. Outras vezes, só estão presentes em residência, e os pais conseguem confiar que a guria faz pra “fastidiarles”. Não se entende ainda a circunstância do TOC, todavia sabemos que não surge como resposta a um provável “conflito intrapsíquico,” nem por um “combate sexual reprimido”, como diziam as teorias psicoanalíticas antigas.

bem como Não se precisa ao efeito dos pais sobre a criança, nem o nascimento de um irmão menor, nem ao estresse do colégio, etc. para a efetividade dos antidepressivos inibidores de recaptação de serotonina (ISRS) no tratamento do TOC, pensa-se que se deve a uma modificação da serotonina.

Estudos genéticos sinalizam que o TOC tem a conexão com alguns transtornos por tiques, como o transtorno de Tourette (tiques motores e vocais). Foram encontrados bem como alterações na atividade em circuitos cerebrais que se comunicam de uma área do cérebro, os gânglios basais, com o córtex cerebral, e, especificamente, em uma área chamada núcleo caudado.

Algumas meninas com uma infecção de garganta por estreptococos têm um surto de trás do TOC, produzido por uma resposta auto-imune de anticorpos contra o estreptococo que desrespeitam áreas do núcleo caudado. Como se trata do TOC em meninas? Geralmente é preciso um tratamento farmacológico mais enorme (mais de 1 ano) e uma dose superior ao que é necessário para tratar a depressão, no entanto se feito corretamente, obtêm-se resultados muito satisfatórios.